quinta-feira, 27 de julho de 2017

9. GÉRBERA (Gerbera jamesonii Adlam e Gerbera hybrida)

  • Nome Científico: Gerbera hybrida e Gerbera jamesonii
  • Nomes Populares: Gérbera, Margarida-da-áfrica, Margarida-do-transvaal
  • Família: Asteraceae
  • Categoria: Flores Perenes
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: África
  • Altura: 0.1 a 0.3 metros, 0.3 a 0.4 metros
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
       A gérbera é uma excelente flor de corte, de grande duração. Ela é originária da hibridização entre Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifolia. Suas flores têm pétalas com cores vivas e o centro também pode ter cores diferentes. Além disso, suas flores podem ser simples ou dobradas. Possui hastes longas e folhas bem verdes. Muito utilizada em arranjos florais elaborados, como o ikebana. Algumas variedades se prestam à formação de maciços e bordaduras nos jardins e como planta de vaso.                
       Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem adubado, com regas regulares. Apreciam o frio. Multiplicam-se por sementes ou por divisão da planta.



8. RÁFIA (Rhapis excelsa)

  • Nome Científico: Rhapis excelsa
  • Nomes Populares: Palmeira-rápis, Jupati, Palmeira-dama, Palmeira-ráfia, Ráfis, Rápis
  • Família: Arecaceae
  • Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Palmeiras
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: Ásia, China
  • Altura: 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros
  • Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra
  • Ciclo de Vida: Perene
       A palmeira-rápis é uma elegante palmeira, ereta e entouceirada, muito utilizada na decoração de interiores. Os japoneses foram os primeiros a utilizá-la como ornamental, coletando espécimes na China, para adornar o Palácio Imperial.
       Ela apresenta múltiplos estipes (caules), semelhantes ao bambú e revestidos com uma fibra rústica e marrom. As folhas são palmadas, plissadas, de coloração verde-escura e muito brilhantes. Planta dióica, com inflorescências ramificadas, compostas de pequenas flores amarelas que originam frutos ovóides e brancos, de pouca importância ornamental. Ocorrem formas miniaturas e de folhas mais largas ou variegadas também, muito caras e raras em cultivo. 
       De crescimento lento, a palmeira-rápis pode alcançar até 4 metros de altura. Sua utilização paisagística é bastante ampla, podendo ser plantada isolada ou em grupos, inclusive compondo graciosas cercas vivas de desenho informal. Encaixa-se com perfeição em jardins de inspiração oriental ou tropical. É também muito popular na decoração de escritórios, lojas, eventos, shoppings centers e salas de estar. Quando plantada sob sol pleno, apresenta uma coloração verde mais clara nas folhas, que amarelam mais rapidamente. 
       Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra, sombra ou luz difusa, em solo fértil e bem drenável, irrigado regularmente. A palmeira-rápis aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento. Regas regulares em substratos muito bem drenados são ideais para o seu cultivo em climas quentes. Leves adubações anuais são o suficiente para plantas cultivadas em ambientes internos. Não tolera geadas, ambientes muito secos ou com ar condicionado por tempo prolongado. Aprecia o clima ameno. Multiplica-se por sementes e divisão das touceiras.


Fonte: Jardineiro.net

terça-feira, 25 de julho de 2017

7. JIBOIA (Epipremnum pinnatum)


  • Nome Científico: Epipremnum pinnatum
  • Nomes Populares: Jibóia, Era-do-diabo, Jibóia-verde
  • Família: Araceae
  • Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra, Trepadeiras
  • Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
  • Origem: Ilhas Salomão, Oceania
  • Altura: 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros, acima de 12 metros
  • Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
       A jibóia é uma planta bastante vistosa que tem a habilidade de se apoiar em diversos substratos. Muito comercializada em vasos sobre blocos de substrato, esta planta pode ser uma boa pedida para decorar interiores. Suas folhas são brilhantes e se alteram de acordo com a maturidade da planta, inicialmente são pequenas, sem variegações ou recortes, com o crescimento tornam-se grandes, variegadas e algumas vezes recortadas. É uma das poucas trepadeiras para utilização à meia-sombra.
       Para ter uma folhagem sempre bonita e crescimento rápido, deve ser plantada em substrato rico em matéria orgânica e receber regas periódicas. Pode ser cultivada a pleno sol, mas deve-se cuidar ao apoiá-la sobre árvores, pois com o crescimento corre o risco de sufocar a planta suporte. Tipicamente tropical, não tolera geadas e frio intenso. Multiplica-se por estaquia.

Alerta:
Planta tóxica se ingerida, manter fora do alcance de crianças e animais domésticos.
Fonte: Jardineiro.net

6. BABOSA (Aloe vera e Aloe Arborescens)



  • Nome Científico: Aloe arborescens
  • Nomes Populares: Babosa, Aloé, Aloé-candelabro, Aloé-do-natal, Babosa-de-arbusto, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim, Erva-babosa, Erva-de-azebra
  • Família: Asphodelaceae
  • Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Cactos e Suculentas, Flores Perenes, Medicinal
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: África, África do Sul, Malawi, Moçambique, Zimbábue
  • Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
       A babosa é uma planta suculenta muito versátil e popular, com aplicações medicinais, cosméticas e paisagísticas. Seu porte é arbustivo, atingindo de 0,5 a 3 metros de altura. O caule é ramificado e com base lenhosa. As folhas se apresentam dispostas em roseta e são longas, carnosas, de cor verde azulada e com bordos denteados por espinhos agudos. Quando cortadas, as folhas revelam uma seiva transparente, como um gel. O florescimento da babosa se dá no inverno, despontando inflorescências altas, eretas e muito vistosas. As inflorescências são do tipo racemo, com numerosas flores vermelhas, laranjas ou amarelas, tubulares e bastante atrativas para beija-flores e abelhas. Os frutos são do tipo cápsula.
       Não surpreende o fato desta planta ser tão disseminada e cultivada no mundo todo, afinal, com tantos predicados era de se esperar que caísse no gosto popular.              
       No jardim, com suas folhas e formas decorativas, a babosa presta-se para a formação de maciços densos, conjuntos com outras plantas ou mesmo em renques. É indicada especialmente para jardins rochosos ou áridos, em composições com cactos e outras suculentas, e para cercas vivas defensivas.
       Esta suculenta também não pode faltar no jardim de ervas medicinais, pois é uma eficiente e rápida opção para o tratamento de queimaduras, irritações e abrasões da pele, isso sem considerar todas as suas outras propriedades terapêuticas e cosméticas. Ela é considerada tão rica em princípios ativos quanto sua “prima” Aloe vera, a babosa-medicinal. Seu crescimento é moderado a rápido e necessita de pouca manutenção e cuidados, sendo uma boa opção para jardineiros iniciantes. Cuidado: a babosa pode ser alergênica para algumas pessoas e sua ingestão não é recomendada sem supervisão médica.
          Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. A babosa é extremamente rústica e capaz de tolerar condições extremas como estiagem, solos inférteis, altitude elevada, frio, variações bruscas de temperatura e ventos. Adapta-se a uma ampla faixa climática, desde regiões subtropicais até equatoriais. Não resiste a geadas fortes. Multiplica-se por separação das mudas formadas entorno da planta mãe, assim como estaquia de folhas ou caule e, mais raramente, por sementes postas a germinar na primavera.
Fonte: Jardineiro.net

5. DRACENA DE MADAGASCAR (Dracaena marginata)

  • Nome Científico: Dracaena marginata
  • Nomes Populares: Dracena-de-madagascar, Dracena
  • Família: Asparagaceae
  • Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Plantas Esculturais
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: África, Madagascar
  • Altura: 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
       A dracena-de-madagascar é uma planta arbustiva, ramificada, de aspecto exótico e escultural, que pode alcançar até 5 metros de altura. Suas folhas são longas, lineares, com cerca de 30 a 90 cm de comprimento e dispostas em roseta no ápice dos ramos. Na planta original as folhas apresentam coloração verde escura com margens vermelhas estreitas.
       No entanto, atualmente há muitas variedades hortícolas, com folhas de largura e comprimento diferentes, assim como exemplares tricolores, com listras de coloração branca, creme ou rosada. Os ramos eretos, delgados e tortuosos, podem se tornar bastante espessos com o tempo.
       Esta dracena é excelente para interiores, e deve ser colocada em ambientes com boa iluminação, além de vasos grandes, que permitam seu desenvolvimento saudável. Seus ramos podem ser tutorados para que fiquem retorcidos, de efeito mais escultural. A manutenção restringe-se à remoção das folhas baixas e velhas, e adubações anuais, além das regas semanais. No paisagismo, destaca-se plantada isolada ou em grupos, em jardins contemporâneos, tropicais e de pedras. O crescimento da planta é de lento a moderado.
        Devem ser cultivadas sob sol pleno ou sombra parcial, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com irrigações periódicas. Planta tipicamente tropical, não tolera o frio ou ventos fortes. Multiplica-se facilmente por estaquia.

4. CLOROFITO (Chlorophytum comosum)

  • Nome Científico: Chlorophytum comosum
  • Nomes Populares: Clorofito, Gravatinha
  • Família: Agavaceae
  • Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra, Forrações ao Sol Pleno
  • Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
  • Origem: África, África do Sul
  • Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
       O clorofito é uma planta herbácea de pequeno porte, muito semelhante a uma grama. Suas folhas, dispostas em roseta, são longas, com cerca 30 cm de comprimento, recurvadas, macias, brilhantes e verdes na espécie típica.
       No entanto, as mais conhecidas e populares são as variedades, que apresentam folhas com listras longitudinais brancas ou amareladas nas margens ou no centro. As flores brancas e pequenas surgem em inflorescências longas no verão, mas tem pouca importância ornamental. Após a floração e frutificação, formam-se pequenas mudas de clorofito ao longo das inflorescências.
       O clorofito é uma planta de fácil cultivo, e pouco exigente em manutenção, sendo bastante comum seu plantio em cestas suspensas, vasos e jardineiras, onde seu aspecto pendente é valorizado. Adapta-se muito bem a interiores, tolerando inclusive o ar-condicionado e eventuais “esquecimentos”. Também pode ser aproveitada em canteiros, bordaduras ou como forração, mas não suporta pisoteio.
       Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Suas raízes grossas, com boa reserva de nutrientes e água, a tornam tolerantes a pequenos períodos de seca. Tolera também o frio subtropical ou mediterrâneo. Multiplica-se por divisão das touceiras ou pela separação das mudas formadas nas inflorescências.


Fonte: Jardineiro.net

3. ESPADA DE SÃO JORGE (Sansevieria trifasciata)


  • Nome Científico: Sansevieria trifasciata
  • Nomes Populares: Espada-de-são-jorge, Língua-de-sogra, Rabo-de-lagarto, Sansevéria
  • Família: Asparagaceae
  • Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: África
  • Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene

         Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Suas folhas são muito ornamentais e podem se apresentar de coloração verde acinzentada e variegadas, com margens de coloração branco-amareladas, todas com estriações de um tonalidade mais escura. As flores brancas não tem importância ornamental. É uma planta de utilização bastante tradicional e a cultura popular recomenda como excelente protetor espiritual.
         Devem ser cultivadas à pleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e bordaduras. Resiste tanto à estiagem, como ao frio e ao calor, além de ser pouco exigente quanto à fertilidade. Multiplica-se por divisão de touceiras, formando mudas completas com folhas, rizoma e raízes.

Fonte: Jardineiro.net

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